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PorSamuel

Transporte Coletivo de Crianças

Está para breve o nosso início neste ramo de actividade com duas das nossas viaturas.
Alvará n. 301097

PorSamuel

Km4You

Consulte no nosso sistema de booking o valor do seu transfer. Por escolher vários destinos consecutivamente.

PorSamuel

Conflitos na equipa

Equipa, ontem foi um dia atípico. Começou de manhã com os super atrasos no Aeroporto e consequentemente INs encavalitados. Mas calma, a boa notícia é que vai ficar pior pois a pista Humberto Delgado está cada vez mais pequena; relaxa, vai continuar a correr bem, ainda não tivemos um único furo a caminho de um OUT ou uma avaria com clientes no carro.

Não há dúvida que somos uma das equipas mais bem dispostas e eficazes do planeta transfers, mas se não tivermos cuidado com o que já construímos até aqui tudo pode ruir em minutos, como qualquer castelo. É certo também que não podemos cometer a vaidade e a presunção de sermos perfeitos. Enquanto houver coisas para melhorar então é porque de facto temos uma longa caminhada para fazer.

Para agravar a situação pode acontecer apenas, por exemplo, que o colaborador Feliz Descansado tenha a infelicidade de escrever uma pequena banalidade que ao ser mal interpretada pelo colaborador Casmurro Estourado, toda a equipa fica a saber e o desconforto generaliza-se…

É importante que todos reconheçam que Samuel & Susana não são ídolos imunes às situações de stress e momentos irritáveis, nós somos parte integrante da equipa e não “aliens” fora do sistema ou alheados dos problemas. Apenas, sobre nós recai o maior custo de injeção de bem-estar emocional entre todos. Para além da necessidade de cumprirmos com os deveres técnicos, como salários, carros, combustível, atribuição de serviços, é da nossa responsabilidade “apagar fogos”, “pôr paninhos quentes”, deixar para depois a resolução de algum comentário menos agradável escrito no Whats’App, chamar a atenção para um esquecimento, corrigir uma atitude menos correta de colega para colega ou para connosco.

O que pode portanto resolver situações complicadas quando os serviços ficam todos embrulhados, o trânsito não desenvolve, a empresa tem de ajustar métodos, o carro guincha, o carro não foi deixado limpo, o carro não tem perfume, o cliente vomitou, a rendição não foi como o combinado?

Mais…? E quando a empresa não consegue ter os carros que precisa, quando os motoristas são poucos porque a todos damos liberdade de escolha de horário, quando percebemos que alguém está apenas a olhar para o seu umbigo, que o carro esfolou, quando somos assaltados por várias reclamações precisamente no dia em que estamos com mais dificuldade ou fragilidados em alguma área da nossa vida, trivialidades a que todos estamos expostos…

Equipa, quanto tudo falha, equipamento e pessoas, o último nível de solução que pode fazer com que o castelo se mantenha intacto e unido contra invasores externos, a última ferramenta disponível que pode impedir um desmoronamento é: O TEU DOMÍNIO PRÓPRIO. Cada um de nós pode fazer a diferença numa equipa inteira, para melhor e para pior.

Continuação de boas viagens.
Samuel & Susana

PorSamuel

TripAdvisor

Arado Azul está no TripAdvisor!

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PorSamuel

Como baixar a classificação

Presentemente a minha classificação é 4,92. Mas não digo aqui a plataforma que escolhi para fazer esta confissão. A nossa equipa utiliza as 4 plataformas de Lisboa e quando é necessário todos somos passageiros de carros de outros parceiros.

Eu, especialmente, gosto dos dois pratos da balança: gosto de classificar e dar gorjetas a quem merece, e fico em estado de alerta a quem denuncia nas primeiras frases de conversa uma postura de sabichão…

Faço notar, antes de mais, que o motorista tem que aceitar que lhe entrem no carro alguns passageiros que são uns autênticos imbecis, para os quais um transporte de carroça seria um luxo excessivo e um sacrifício para o animal! Se por defeito já temos que lidar com classificações injustas e se a tua classificação parou de subir então pensa nos fatores que te vou referir a seguir.

Esta tem sido a nossa aprendizagem nas coisas que desclassificam:

1. Carro sujo.
Sujidade por dentro e por fora. Normalmente o pára brisas também denuncia algum relaxe do condutor.

2. Condução agressiva.
A condução agressiva começa no arranque da primeira velocidade. A seguir sucessivos encostos ao carro da frente, demonstração de impaciência, mudanças sucessivas de faixa, comportamento não facilitador, passar todos os sinais roxos, ignorar quem pisca e manifesta inteção de mudar de direção, …

3. Comportamento intolerante.
O cúmulo de horas gera alguma impaciência e o trânsito, esse então… Muda para modo cortesia e vais ver a diferença que faz na tua atitude quando tens de enfrentar aquele mau momento.

4. Queixas.
Um passageiro quando entra no carro , quer, em primeiro lugar, chegar ao seu destino e às vezes está com pressa. Independentemente da justeza do preço da viagem, do teu estado civil “é complicado”, dos teus aborrecimentos com o colega que te deixou o carro todo badalhoco, o teu passageiro não tem culpa nenhuma da tua falta de sexo. Queria dizer “falta de chá”, mas as coisas são o que são, e “aquilo” na verdade é falta de outra coisa a montante…

5. Não sorrir.
Há pessoas que não sabem sorrir e também há os que não têm razão para sorrir. Mas ainda assim, um sorriso e uma troca de olhares gera confiança entre pessoas que se desconhecem. A primeira imagem que dás, mesmo antes que a porta se abra, pode fazer a diferença na tua viagem.

6. Atender o telefone.
Não atendas o telefone quando os passageiros estão a conversar, estão ao telefone ou sem que peças primeiro permissão para o fazer. Quando é a Susana a ligar-me, a foto dela aparece no écran e costumo brincar colocando uma postura de quem está com muito receio… “É a minha esposa… tenho mesmo que que atender… posso?”. Depois do “sorriso-resposta” atendo e pontuo…

7. Apitos, resmungos e lamúrias.
A solução para o motorista passa por trocar de parceiro e se for parceiro tentar um pedaço de terra para cavar batatas. As pessoas que resmungam por tudo e por nada deveriam ser isoladas num colete de forças, e não deviam estar em contacto com outros seres humanos, pois são capazes de fazer de um belo dia de sol uma noite incrível de trovoada com terramoto e maremoto.

8. Falta de zelo e brilho pelo equipamento.
Já entrei em carros onde um tinha uma caixa de lenços no tabliet outro tinha o cabo do telemovel pelo ao telefone com fita cola. A forma agressiva como o condutor manuseia a caixa de velocidades denuncia à partida falta de gosto pelo que se faz.

9. Chiadeiras e amolgadelas.
Esta é uma chatice que por vezes não conseguimos resolver no imediato mas que desconta, isso desconta.

10. Tapetes de borracha.
Ughhh…

Se me lembrar de mais acrescento aqui e volto a publicar, ok?

Continuação de boas viagens.
Samuel & Susana.

 

PorSamuel

A distância do carro da frente

Quem não guarda a distância bate. Ponto.

Quando tirei o meu curso TVDE no ACP dediquei algum tempo de atenção às questões da prevenção de acidentes. Mas quantos mais querem saber disso? Poucos.

Tenho também percebido, no meu curto tempo de duração como parceiro (comecei como motorista em Julho de 2018), que há “motoristas” que depois de integrarem uma equipa não resistem muito na área. Umas das razões é que não perceberam, quando iniciaram, que conduzir profissionalmente não é o mesmo que levar a família para passear no fim semana ou mesmo ir para o trabalho e regressar.

Uma das questões que abordamos sempre que alguém integra a nossa equipa, é a “distância do carro da frente”.

Por muitas contas que façamos, como a imagem da ACP nos ilustra, elas raramente nos ficam fixadas na cabeça e muito menos quando temos que enfrentar as adversidades da cidade ou desenrascar no trânsito porque se cumprirmos tudo à risca nunca mais saimos dali.

Mas quem não guarda a distância… bate, ponto.

Então lembra-te pelo menos disto:

  1. Se não guardas a distância o teu passageiro desclassifica-te. Isso mesmo. Se não tiveres a inteligência de demonstrar nos primeiros 1.000 metros que és um condutor que inspira confiança em quem não te conhece (por exemplo, não sabem que és “muita” bom, um “ganda” condutor da velha guarda, que tens cursos de condução da BMW…, blá, blá blá…), tás feito. Vais levar umas estrelinhas a menos e um reparo de “condução” ou “profissionalismo”. E não te ponhas com gabarolices porque senão ainda levas mais, digo, menos.
  2. Se guardares a distância do carro da frente sobra-te tempo para vigiares as tuas laterais. Vamos dizer isto ao contrário: o condutor que conduz em cima do carro que está à sua frente fica condicionado e focado em exclusivo nessa situação.
  3. Quem não guarda a distância pode ter dois acidentes. Isso mesmo. A fórmula é esta: Mantens-te o máximo possível colado ao carro da frente, assim ficas sem espaço para safares um embate lateral e mais disponível para que, se te baterem por detrás, poderes ser empurrado para o carro da frente. Depois sobra-te tempo para discutires quem foi o culpado de teres batido por detrás e ficas com o carro parado mais tempo porque não há o radiador que tu queres e tem que vir da China. Valeu cara? Ou ficou apenas só um pouco mais caro…

Continuação de boas viagens.
Samuel & Susana

PorSamuel

Peões irresponsáveis

Recentemente um colega informou-me que viu uma senhora em frente à Gulbenkian deitada no chão e um carro TVDE em cima da passadeira, provavelmente o causador do acidente.

É dos piores dramas que nos pode acontecer e para além da nossa própria segurança é decerto o que mais receamos. Um acidente pode ser causado por apenas um erro humano ou mecãnico, pelo cúmulo de vários episódios não intencionais ou intencionais que podem resultar de distrações, fatores físicos e psíquicos,  ingestão imprópria de substâncias tóxicas, negligência, ignorância ou irresponsabildiade. Em sumário, UM acidente só, que pode transtornar para sempre a nossa vida, pode ter como causa VÁRIOS contributos.

Há acidentes que podemos evitar, outros não. Um fator que não podemos evitar é a nossa exposição ao risco. Nós condutores, quando estamos a trabalhar, estamos sempre “em cima do risco”. E os outros esquecem-se disso. Os peões, esses então, querem lá saber…

Uma das coisas mais estapafúrdias que observo no comportamento de muitos peões, principalmente os mais jovens, é a forma como se atiram para cima das passadeiras absolutamente alucinados e alheados do resto do mundo. Depositam irresponsávelmente a sua segurança apenas e exclusivamente nas mãos dos outros.

Só para terminar deixem-me contar-vos esta: Um dia eu seguia numa carrinha de 9 lugares no sentido Baía do Seixal , Torre da Marinha. Ao aproximar-me da rotunda da Torre, no mesmo sentido que eu, do meu lado direito, subia um jovem peão, que ao ver a passadeira, intencionalmente, virou repentinamente para a estrada obrigando-me a uma travagem brusca. Ele não se preocupou se eu teria crianças dentro da minha viatura, se me poderiam bater por detrás, se eu o poderia atropelar! E enquanto protestava com ele recebi como troco aquele sinal de dedo mandando-me para aquele sítio… Curiosamente, a seguir em sentido oposto, desce a polícia que pára na passadeira para deixar passar o imbecil mas tarde demais para assistir a este atentado contra a minha integridade pessoal e de outros.

Continuação de boas viagens.
Samuel & Susana.

 

PorSamuel

Tá-se bem…

Hoje fui fazer de comercial para divulgar a nossa equipa e potencial, e como não se pode fazer excessões nestes casos entrei no Hotel Palace, na rua 1º de Dezembro, entre os Restauradores e o Rossio. Muitos de nós já estramos ali, demos conta da gama de veículos ali parqueados e os porteiros todos emproados a abrir portas como nos filmes.

Conversa puxa conversa e a simpatia do Sr. Carlos, o chefe da receção, salta à vista, e dá vontade de ficar ali encostado ao balcão a tirar “nabos da púcara” e a conquistar um bom parceiro.

Às tantas, solto o desabafo de que há falta de motoristas… Logo ele responde: “Motoristas há, não há é aqueles que você quer…” Na mouche!

Mas tem mais. Ele queixou-se dos pindéricos que aparecem ali e nem se dignam de tirar os óculos de sol para falar com os clientes que vão recolher para o carro. Não vamos falar do resto, ok? Há quem por aí exija tanto e só é capaz de dar tão pouco.

Ops… eu estava com esses óculos escuros, felizmente levantei-os acima da testa quando fui presenteado com aquela cortesia suprema a abrir portas como só alguns conhecem essa arte. Quanto à popa, esqueçam, foi a cabeleireira da Susana que me deixou neste estado.

Continuação de boas viagens.
Samuel & Susana

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